Ouça as minhas preces, divino Odin!
Tirai das nossas polis teu fúnebre véu:
não mais ofusco desejo ver o céu,
liberai os caminhos de Bakunin!
Pois estando vastos estes negros prados
dos cosmos e dogmas intelectuais,
está à decadência nos dias atuais,
remete a um caos vermelho, seu fado!
Disseram eles dos espaços siderais,
das máximas da vida e dos animais
ao tempo que, dissimulados e risonhos,
plantaram bombas e segredos fatais
em nossos lares por investidas brutais,
naturalizando o evoluir medonho!