de mãos dadas ao Colibri do sonhar, do viver.
Pelas estradas macias, o medo esmaecer:
lá longe dos dias, o sino leve me chamou.
À dança das sombras em meu rosto, cantarei:
“longe a lucidez dos sãos e dos demais!
Prestígio aos naturais instintos animais!”
Rouco, nada mais direi. Louco, a todos amarei.
Julho de 2015